quinta-feira, 8 de julho de 2010

JUQUITIBA VAI SER ABALADA PELA GLÓRIA DE DEUS

Dias 30, 31 de Julho e 1 de Agosto, Na Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Min - Ipiranga - SP, Teremos um Grande Congresso dos Adolescentes ADONAI e MISSÕES...
Convidamos a Todos para está junto conosco e nos alegrar-mos na presença de DEUS, onde teremos cantores e pregadores da Palavra de DEUS, Orando, Pregando a Palavra de DEUS e Louvando a esse DEUS por mais um ano de Vitória...

sábado, 22 de maio de 2010

Jesus, missões e perseguição

Falar de Jesus é falar de missões, sofrimento e perseguição. A profecia de sua morte acompanha inteiramente seu ministério na Terra (Mt 10.17-19; 16.21; 17.22-23; 26.2).

Os detalhes da narrativa da Paixão ocupam as maiores seções dos evangelhos. Paulo consistentemente apresentou Jesus como o mártir arquétipo e como exemplo para todos os cristãos. Desse modo, não é de se surpreender que os escritos da igreja primitiva a respeito do martírio consideravam Jesus como o protótipo do mártir.

Jesus é o verdadeiro objeto de toda perseguição. Por essa razão, Jesus pergunta a Saulo: “Saulo, Saulo, por que me persegue?” (At 9.4; 22.7; 26.14), e se identifica como “Jesus, a quem você persegue” (At 8; 9.5,22; 26.15).

A verdadeira razão para o sofrimento dos cristãos é Cristo, já que é o foco nele que justifica a oposição. Martinho Lutero disse certa vez: “Quanto mais claramente a Igreja reconhecer Cristo e testificar a respeito dele, mais certo se tornará o fato de que ela encontrará contradição, confrontação e ódio do anticristo”.

O próprio Jesus freqüentemente lembrava seus discípulos de que seriam perseguidos por sua crença enquanto pregassem o evangelho (Mt 10.22; 16.25; Lc 21.12).

Sem a ofensa da cruz, não haveria missões, mas também não haveria perseguição (Gl 5.11). Paulo acusou seus adversários de serem circuncidados apenas para escapar da perseguição (Gl 6.12,14). De fato, a palavra da cruz é loucura para os que não crêem (1Co 1.18), impedimento para os judeus, e tolice para os gentios (1Co 1.23). Entretanto, é também o centro da história da salvação (1Co 1.23, 2.2). Dessa forma, a mensagem da cruz é a glória do evangelho, assim como sua loucura (1Co 1.17-25; Gl 6.11-14).

O Espírito Santo, verdadeiro missionário, e a perseguição

Sem o Espírito Santo, todas as missões são fúteis e não servem para nada. Então, como missões e perseguição estão intimamente relacionadas, o Espírito Santo também possui um papel vital na experiência com a perseguição.

Ele é o “Consolador” (Jo 16.16,26) e dá aos cristãos a força para enfrentar a perseguição e a alegria para regozijar nas condições mais difíceis (1Pe 4.14). O espírito da glória, que repousou sobre o Messias (Is 11.2) traz sua glória a todos que aparentemente perderam-na, como Estevão, descrito por Lucas como aquele que “estava cheio do Espírito Santo” ([At 7.55) durante sua defesa e execução, e como aquele que viu a glória de Deus no céu.

Jesus prometeu sabedoria aos perseguidos quando estivessem diante de juízes e necessitassem testemunhar. O Espírito Santo, de fato, os instruiriam naquilo que tivessem de falar (Lc 21.12-15; Mt 10.19-20).

Artigo Sobre missões


O risco da Missão numa terra sem lei
Entrevista com Dom Erwin Kräutler

Bispo da Prelazia do Xingu, no Pará, denuncia luta pela terra e violência no campo e é ameaçado de morte.
O latifúndio, o poder e a impunidade são algumas das causas que levam o estado do Pará a apresentar o maior índice de assassinatos relacionados com a disputa de terras no Brasil. A tensão tem como protagonistas fazendeiros vindos do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso que defendem o plantio de soja, e o grupo formado por moradores antigos da região e ambientalistas. Em Santarém, localizada no encontro dos rios Amazonas e Tapajós, entre 2004 e 2005, imagens de satélite revelaram que 1,2 milhão de hectares de terra viraram plantações de soja. Toda a produção é consumida na Europa. De 1.237 mortes ligadas à violência no campo no Brasil, entre 1985 e 2001, conforme a Comissão Pastoral da Terra, 40% aconteceram no Pará. Existe uma lista de 120 pessoas marcadas para morrer. Natural da Áustria, há 41 anos vivendo no Xingu, o bispo da Prelazia, Dom Erwin Kräutler, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-Pará, padre José Boeing e o padre Edilberto Sena, detentor do prêmio de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), secção Pará, também são alvos de ameaças. A grande mídia guarda silêncio sobre elas. Nem mesmo a caravana do Jornal Nacional que passou pela região noticiou o fato ao país.
Dom Erwin, por que o senhor e seus colaboradores estão sendo ameaçados de morte?
Colocar-se ao lado dos menos favorecidos, defender os legítimos direitos indígenas e dos povos ribeirinhos, dos pequenos agricultores e suas famílias, denunciar a grilagem e invasão de terras e a pilhagem, o saque inescrupuloso das riquezas naturais da Amazônia, tudo isso mexe com os interesses e ambições de fazendeiros, sojeiros, mineradores, madeireiros e barrageiros e provoca reações irracionais por parte dos que querem apoderar-se de vastas regiões e derrubar a mata virgem. Estes homens, ávidos por lucro imediato e loucos por riquezas, não se deixam convencer de que sua ação destruidora causará danos para esta e para as futuras gerações. A situação se torna ainda pior porque eles contam com o apoio de políticos, que repetem há décadas slogans, tais como "tanta terra para poucos índios!" ou "só o agronegócio em grande escala dá lucro!" Eles só sabem responder às nossas preocupações com difamações e ameaças que infelizmente não são apenas intimidações genéricas. Elas muitas vezes se concretizam em brutais assassinatos. Nós não buscamos o conflito. Nossa posição a favor dos menos favorecidos e do meio ambiente já nos torna, aos olhos deles, inimigos do "desenvolvimento".
Quais as principais linhas de ação pastoral da Prelazia do Xingu na região?
A Prelazia do Xingu procurou sempre estar em sintonia com toda a Igreja na América Latina e seguir as linhas traçadas por Medellín e Puebla depois do Concílio Vaticano II. O Encontro Interregional de Santarém, em 1972, em que os bispos da Amazônia se reuniram para aplicar as decisões de Medellín ao chão concreto dos planos pastorais de toda a Amazônia, teve enorme influência também na Prelazia do Xingu. A maior circunscrição eclesiástica do Brasil com 365 mil quilômetros quadrados e meio milhão de habitantes se desdobra hoje em 750 comunidades espalhadas nas cidades e vilas, ao longo dos rios e igarapés e das estradas que surgiram desde o início da década de 70, mormente a Rodovia Transamazônica (BR 230). De cinco em cinco anos representantes de cada comunidade do Xingu se reúnem numa grande assembléia para avaliar a caminhada e planejar a ação evangelizadora. A última realizou-se em novembro de 2004 e contou com a presença de 794 pessoas. Para o quinquênio 2004 - 2009 a Prelazia escolheu como objetivo: "A Igreja, Povo de Deus no Xingu, para ser fiel à missão profética e à prática libertadora de Jesus, compromete-se com a evangelização inculturada, à luz da opção pelos excluídos, enfrentando os desafios da realidade, organizando as comunidades, através do anúncio, do serviço, do diálogo e do testemunho, participando da construção de uma sociedade justa e solidária a caminho do Reino de Deus". As propostas de ação pastoral decorrentes do objetivo geral visam a formação de lideranças, dando especial destaque à Bíblia e a uma mística que sustenta nossa ação evangelizadora numa realidade complexa e conflitiva, uma espiritualidade que une fé e vida, ação e oração-contemplação e desperta o ardor missionário.
O governo e o Poder Judiciário têm alguma parcela de culpa pela situação de conflito?
Aí está a questão principal. Não deveria ser missão de bispo, padre, religiosa ou religioso defender o direito à terra e à simples sobrevivência das pessoas. Isso é assunto do Estado, da Justiça. Infelizmente na linha de frente da Amazônia, o Estado está praticamente ausente, os seus organismos inoperantes ou então muitas vezes coniventes com a ilegalidade dos invasores. A Justiça é vagarosa, negligente e os verdadeiros culpados por morte e agressão à integridade física e aos direitos humanos se evadem ou "se arranjam" com os órgãos judiciários. Se algum mandante de assassinato for julgado e condenado, em pouco tempo estará "aguardando em liberdade" o recurso, o que equivale a dizer que o processo já está arquivado. Se o Estado e a Justiça estão ausentes, quem ainda vai defender este povo? Em nome de Deus a Igreja assume a missão profética como outrora o fez Isaías, Jeremias, Ezequiel, Amós e tantos outros.
Como bispo missionário, onde o senhor encontra forças para continuar o seu trabalho?
Primeiro preciso dizer que o povo não se coloca contra o bispo, mas, o defende contra as difamações e ameaças. É um pequeno grupo que se levanta contra o bispo e quer manchar a ação da Igreja. Nunca me passou pela mente abandonar a minha missão por causa desses adversários do Reino. Fiz um depoimento sobre as ameaças e suas causas que intitulei de "Se Deus está conosco, quem estará contra nós?" (Rom 8, 31). Eis a razão porque continuo a missão até o dia que Deus quiser. Foi Ele que me enviou para o Xingu e é Ele que está comigo. Sei que não tirará as pedras do meu caminho. Mas, como já falou a Jeremias, Ele confirma sua presença no meu caminho: "Eles lutarão contra ti, mas nada poderão contra ti, porque estou contigo..." (Jr 1, 19). Tenho fé em Deus e Nossa Senhora. Mais não posso dizer.
O programa de proteção aos defensores dos Direitos Humanos estabelecido pela ONU e adotado pelo governo federal vigora no Pará?
Esse programa vigora em nosso estado. De fato, fui escoltado por mais de duas semanas por policiais militares até o dia em que eu mesmo pedi que relaxassem essa medida. É simplesmente impossível exercer a minha missão de pastor tendo dois guarda-costas 24 horas por dia ao meu lado. Chego na comunidade e o povo se apavora quando vê as armas na cintura desses homens. Já pensou, eu sentado à beira da cama de uma pobre enferma com câncer em sua fase terminal a ministrar-lhe os sacramentos enquanto o soldado monta guarda na porta? Com toda a boa vontade da Segurança Pública de proteger minha integridade física, isso não passa de um paliativo, porque os problemas que estão na raiz das ameaças continuam. O estado, através do INCRA, do IBAMA, da Polícia, da FUNAI, tem que assumir o seu papel constitucional. Se uma terra é pretendida por fazendeiros e ao mesmo tempo destinada aos PDS (Projeto de Desenvolvimento Sustentável) é necesário resolver este impasse. Assentar pobres colonos numa área grilada por fazendeiros ou invadida por madeireiros é programar o conflito armado em que morre o mais fraco, o colono. Uma vez resolvida essa situação pela Justiça, não será mais necessário preocupar-se com a segurança do bispo.
Nestes tempos difíceis, o que o senhor espera dos cristãos do Brasil?
Há tanta solidariedade e carinho por este Brasil afora! Recebi e continuo recebendo e-mails e cartas de muitas pessoas e comunidades. É confortante saber que neste exato momento uma comunidade contemplativa de Carmelitas ou Clarissas está rezando por você, dá coragem receber uma carta de solidariedade de outra comunidade religiosa que trabalha numa periferia de cidade ou na zona rural deste nosso Brasil. É animador receber um e-mail ou telefonema de um bispo irmão que afirma seu apoio. É emocionante receber uma cartinha de uma jovem, de um jovem, de uma criança, de um casal, de uma vovó que diz: "Continue firme! Deus está com o senhor. Nós estamos rezamos pelo senhor..."
No seu país de origem, como seus familiares e amigos reagem vendo sua vida em perigo?
Fui ordenado aos 25 anos de idade na Áustria, em julho de 1965, e em novembro do mesmo ano já estava no Brasil. No dia 21 de dezembro cheguei em Altamira, no Xingu. Nunca exerci meu ministério de padre ou de bispo em outra região. O Xingu é minha segunda pátria. Mesmo assim não nego minhas raízes. Sou brasileiro, xinguara, nascido na Áustria. Meus pais faleceram em 2004. Tenho irmãos e irmãs e muitos parentes e amigos, amigas. Nunca cortei os laços com a terra onde nasci e me criei. Mas sou missionário e sempre entendi essa vocação não no sentido de ser um de fora, mas de eu tornar-me em todos os sentidos membro do povo a quem fui enviado. Hoje me interessa muito mais o fato de pertencer ao povo do Xingu. As notícias de ameaças se tornaram manchete também na Áustria e desde então, as manifestações de apoio por parte de pessoas amigas, de Igrejas locais, de paróquias, até do cardeal de Viena e do arcebispo de Salzburgo, onde cursei a universidade e em cuja catedral fui ordenado padre, não param de chegar. Mesmo sendo naturalizado brasileiro há quase trinta anos, o Ministério das Relações Exteriores e a embaixada da Áustria apelaram ao nosso governo e manifestaram sua preocupação a respeito da minha segurança. Vejo nisso uma expressão de solidariedade e carinho e sou muito agradecido a todos. Espero que o quanto antes, em nossa região, se cumpra a profecia de Isaías: "Fazei da paz a tua administradora, e da Justiça a tua autoridade suprema. Na tua terra não se tornará a falar em violência, nem em devastação e destruição nas tuas fronteiras" (Is 60, 17-18).

quarta-feira, 28 de abril de 2010

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS - DE JUQUITIBA-SP "MIN. IPIRANGA-SP"

Nossa igreja é uma igreja MISSIONÁRIA, temos missionários em muitos Países, e através desses Missionários o SENHOR está Salvando muitas almas...
E todo primeiro DOMINGO do mês temos o Culto de missões, venha participar, onde a presença de DEUS é CONSTANTE e CRESCENTE, sentimos a presença de nosso DEUS.
Estamos na Av. Jorge Victor Vieira, Em frente a Prefeitura municipal de Juquitiba-SP

nosso e-mail. 
FOTO DE NOSSA IGREJA EM JUQUITIBA
wr.rodrigopaiva@hotmai.com
wr.rodrigo@ig.com.br
rgabluc@hotmail.com
AGUARDO A SUA PRESENÇA!

Como dar uma virada radical na sua vida e tornar-se um Vencedor!

“Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz.
Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido.
...estes, registrados por seus nomes, foram príncipes nas suas famílias; e as famílias de seus pais se multiplicaram abundantemente.”
I Crônicas 4:9-10; 38




 INTRODUÇÃO
         Há situações na vida - de sofrimento, dor, provações - que parecem ser definitivas... São quadros que parecem que nunca vão mudar...
         As reações das pessoas diferem nestas situações. Há aqueles que se acomodam, suportando o pesado fardo; outros além de suportar, ainda realimentam o sofrimento! Mas há também aqueles que reagem!
        A Bíblia fala de um homem que nasceu marcado pela dor, e fadado a sofrer, que não se acomodou. Através da fé em Deus, e por meio da oração, Deu uma virada radical na sua vida... Seu nome é JABEZ!


I) QUEM ERA “JABEZ”
Da tribo de Judá.
Significado do seu nome = "SOFRIMENTO" - porque foi gerado com muitas dores...
Tinha outros irmãos.
Naqueles tempos ao se dar nome a um recém-nascido, não se escolhia simplesmente o nome mais bonito, procurava-se um sentido, um significado para o nome que se ia dar... Assim, os nomes próprios tinham significado, e de um modo geral todos conheciam os significados dos nomes uns dos outros.  De tal forma isto estava entranhado na cultura daquele tempo que, ao se pronunciar o nome de alguém, estava vivo na memória o significado daquele nome. Desta forma, Jabez tinha a triste sina de ter que carregar consigo a marca do sofrimento, durante toda a sua vida, e por onde quer que fosse.


II) JABEZ DEU UMA VIRADA RADICAL NA SUA VIDA
1. Creu no Deus Vivo e Verdadeiro;
2. Invocou a Deus;
3. Reconheceu a sua necessidade, e que somente através da bênção de Deus a sua vida poderia mudar;
      Pediu a Deus que o abençoasse:  "Oh! Que me abençoes"!
4. Ele orou por sí próprio! Fez uma oração sincera, cheia de fé!
      Ele não foi procurar ninguém para orar por ele, ou profetizar sobre a sua vida. Ele mesmo orou pelo seu próprio problema! Você pode fazer o mesmo hoje! Você pode e deve falar diretamente com Deus em oração. Antes de pedir a outras pessoas que o auxiliem em oração, seja você o primeiro a orar pelo seu problema!


III) OS TRÊS PEDIDOS QUE JABEZ FEZ A DEUS
1. QUE ME ALARGUES AS FRONTEIRAS
    Jabez demonstra que não está disposto a ficar preso à preconceitos, medos, amarras, limites; confia que, com a bênção de Deus, poderá avançar, sair do seu "mundinho" para ser um desbravador, conquistador, empreendedor, e ir além das fronteiras do seu país, partir para conquistar o mundo!
    Jabez foi sábio. Ele não se aventurou a nem se arriscou a tentar dar a grande virada da sua vida sozinho... Ele se lembrou do Deus de Israel, e não hesitou em buscar em Deus a bênção para a sua vida!


2. QUE SEJA COMIGO A TUA MÃO
    Um hino dos antigos hinários evangélicos muito entoado no passado diz assim:
    "Com Tua mão, segura bem a minha
    Pois eu tão frágil sou, ó Salvador...
    Que não me atrevo, a dar jamais um passo,
    Sem Teu amparo, Cristo Meu Senhor!"
    Jabez buscou a proteção divina para o seu caminhar. A poderosa "Mão de Deus" traz unção, abrigo, proteção, e abre portas...
3. QUE ME LIVRES DO MAL
Não é sábio subestimar os perigos que existem ao redor...
O mal existe!
O Tentador existe, e vive ao nosso derredor, rugindo como Leão, querendo nos tragar!
E há também pessoas más pelo caminho, infelizmente!
Ao reconhecer o perigo ao redor devemos reconhecer ainda mais o quanto dependemos de Deus para nos proteger e guardar. Jabez foi muito sábio!


CONCLUSÃO
    Deus concedeu a Jabez tudo o que ele pediu em oração!
    Ele foi PRÍNCIPE entre os seus irmãos (v.38)
    Jabez foi feliz!
    Jabez deu um basta ao sofrimento ! Mandou fóra o mal, a derrota e o fracasso!
    Através da sua fé em Deus, e, a partir de uma oração, Jabez deu uma virada radical na sua vida!
    Aprendemos com a história de Jabez...

1. Que não devemos aceitar e nos conformar a situações de sofrimento, dor e miséria. Podemos e devemos mudar a nossa sorte, através da fé em Deus, e por meio da oração;

2. Que devemos reconhecer que necessitamos da bênção de Deus para a nossa vida, e nos dirigir diretamente a Ele, suplicando: "Oh! Que me abençoes"!

3. Que devemos lançar fora todo medo e "amarras", ter espírito de luta e de conquista, e estar dispostos a ir além, ultrapassar barreiras, romper fronteiras... Podemos e devemos pedir isto a Deus!

4. Que não podemos nos aventurar a dar nenhum só passo sem a direção de Deus. Devemos orar diariamente: "Que seja comigo a Tua mão"!

5. E que devemos ser cautelosos, prudentes, vigilantes, para não cairmos nas astutas ciladas de Satanás. Devemos orar sempre "Que me livres do mal"!

Você pode hoje dar uma virada radical na sua vida também! Faça como Jabez, reconheça hoje a sua necessidade, invoque o "Deus de Israel", e faça o seu pedido em oração, de forma simples, objetiva, direta. Assim como Deus ouviu e atendeu a JABEZ, Ele também atenderá ao clamor do seu coração.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Missões até a volta do REI!


O AMOR JAMAIS ACABA! AGORA,POIS,PERMANECEM A FÉ,A ESPERANÇA E O AMOR,ESTES TRÊS; PORÉM O MAIOR DESTES É O AMOR. 1CO.13:13

Igreja e pastor sofre ataques de extremistas Hindus


O fato ocorreu no dia 18 de junho deste ano, num domingo.
A igreja Hossana, em Kosa Nala, na província Bhilai, do Estado de Chattisgarh, foi arrombada pelos extremistas hindus. O pastor David Raj foi atacado, juntamente com sua esposa, Ratna Jyoti, e outros membros.

Como tudo aconteceu:

Por volta das 10h30, o pastor David estava pregando quando vinte homens, aproximadamente, entraram na igreja de Kosa Nala, uma cidade muito pobre que abriga cerca de quinhentas famílias vindas de Andhra Pradesh, uma cidade vizinha. Dessas famílias, 450 são hindus. As restantes são cristãs.

Os intrusos, depois de pegarem a Bíblia e o telefone celular do pastor, começaram a agredi-lo. Não satisfeitos, colocaram um pneu de borracha ao redor do pescoço do pastor e tentaram queimá-lo vivo. Sua esposa também foi violentamente agredida.

“Quando viram que não iriam conseguir realizar o que queriam, intensificaram a agressão ao pastor e, depois, entregaram-no à polícia”, disse Arun Pannalal, secretário-geral do Fórum Cristão de Chattisgarh.

Ao chegar à delegacia de polícia, o pastor foi detido imediatamente. Sua esposa foi presa no final daquela noite.

Na segunda-feira, dia 19, os dois compareceram diante de um juiz e foram acusados de estarem realizando conversões forçadas, praticando atos maliciosos e deliberados com a intenção de afrontar os sentimentos religiosos e promovendo inimizade entre os diferentes grupos religiosos.

O magistrado, inicialmente, rejeitou a solicitação de fiança. O casal só foi solto quatro dias depois, mais precisamente no dia 22, quando o juiz resolveu aceitar a fiança, conforme fontes da agência de notícias Compass. Mas os três agressores que também foram detidos alcançaram a liberdade imediatamente após o pedido de fiança.

Testemunhas forjadas
Fontes locais disseram que duas mulheres foram enganadas ao assinar uma declaração acusando David e sua esposa de lhes oferecerem dinheiro e uma motocicleta se elas se convertessem ao cristianismo. A polícia disse às mulheres que elas estavam assinando apenas uma declaração que admitia sua presença na igreja naquela manhã.

Arun considerou ridículas as acusações de conversões forçadas. Segundo ele, o pastor e sua esposa eram extremamente pobres e não tinham condições de fazer tal oferta às mulheres.

Harcharan Singh Josh, membro de uma equipe investigadora da Comissão Nacional pelas Minorias, contou aos repórteres, no dia 17, que os ataques contra as minorias tinham aumentado nitidamente nos últimos meses, tanto em Chattisgarh como no Estado vizinho de Madhya Pradesh.

Chattisgarh fazia parte do Estado de Madhya Pradesh, mas se tornou independente em 2005. Nos dois Estados, vigoram leis chamadas de Atos de Liberdade Religiosa, também conhecidas como “leis anticonversão”, que proíbem conversões feitas por meio de imposição, aliciamento, persuasão e fraude. Mas, enquanto tais leis proíbem a conversão dos hindus às outras religiões, a “reconversão” das castas hindus mais baixas é permitida.

Oremos pela Índia!

Juquitiba-SP Cidade Missionária e Pentecostal!


Por que missões?
Embora a palavra "missões" não se encontre nas Escrituras, a idéia está inserida em toda a Bíblia Sagrada, de Gênesis a Apocalipse. A palavra "missão" vem do latim "mitto" e significa "enviar". No Novo Testamento vemos o próprio Jesus empregando uma palavra com o mesmo significado - a palavra apóstolo (do grego apostello). De maneira simples, podemos afirmar que missão significa enviar.
Quando falamos em missões nos referimos à proclamação do evangelho em todo mundo, o que é geralmente chamado de Grande Comissão. Esta Grande Comissão consiste nas últimas instruções de Jesus a seus discípulos e que se encontra registrado nos quatro Evangelhos (Mt 28.18-20; Mc 16.15,16; Lc 24.46-49; Jo 20.21,22), bem como no livro de Atos dos Apóstolos (1.8). Através da Grande Comissão, o Senhor Jesus revela sua vontade - de que todas as pessoas, em todas as épocas - ouçam o evangelho, e assim as famílias da terra seriam benditas (Gn 12.3). A clareza destes textos deixa evidente que na mente de cada cristão obediente a Jesus, deve haver um profundo sentimento de paixão pelas almas. A evangelização do mundo é a vontade e o plano inquestionáveis do Senhor. Uma simples leitura, mesmo superficial, do Novo Testamento, é capaz de nos fazer observar esse fato.
Jesus, durante o seu ministério terreno, sempre se preocupou com a situação espiritual das pessoas. O seu olhar era diferente. Ele não via as pessoas pela sua posição social ou financeira, mas via o seu estado espiritual, ele as via como ovelhas sem pastor (Mt 9.35-38).  Em outra passagem ele diz que as ovelhas ouvem a sua voz e o seguem, mas mesmo assim não se dá por satisfeito, pois reconhecia que haviam outras ovelhas, a quem ele também deveria agregar (Jo 10.16). E hoje, já passados quase dois mil anos destas celebres palavras, elas ainda ecoam em nossos ouvidos. Jesus ainda está a nos dizer que ainda existem outras ovelhas  que ele deseja agregar ao seu rebanho. São milhões de muçulmanos, hinduístas, budistas e outros. "Mas como ouvirão se não há quem pregue?" (Rm 10.14,15). Cabe aos seguidores de Cristo fazê-lo conhecido em todo mundo, e assim muitas outras ovelhas serão agregadas ao rebanho (Igreja) do Senhor. 
Para que essa tarefa fosse fielmente cumprida, em suas últimas instruções aos seus discípulos, antes de sua ascensão, Jesus deu a sua igreja representada ali uma ordem. Não foi uma simples opinião ou um mero palpite de Jesus. Ele não disse para a Igreja anunciar o evangelho a todos os povos quando achassem conveniente... ou para ver se compensava ou não... ou quando alguém estivesse à toa... Nada disso! As palavras de Jesus Cristo proferiram uma ordem imperativa clara e expressa para a Igreja, a de evangelizar o mundo e fazer novos discípulos (Mt 28.19; At 1.8). Não era uma ordem para evangelizar toda a cidade e só depois pensar em terras distantes. Não! Seus discípulos deveriam proclamar o evangelho a toda criatura e em todo o mundo (Mc 16.15).  E esta ordem não foi somente para aquela época, mas ainda faz parte da missão imperativa da igreja hodierna. A missão da igreja baseia-se na missão de Deus de reconciliar a humanidade consigo mesmo, através do Evangelho. Somos, portanto, enviados a evangelizar o mundo e tornar o Evangelho disponível a toda criatura. A evangelização é a apresentação inteligível, atrativa, significativa, propositada e persuasiva do Evangelho. A ênfase no Novo Testamento é a proclamação verbal do Evangelho. Mais de 140 vezes o Novo Testamento usa palavras tais como diagello, “anunciar”; kataggello, “contar totalmente”; evangelizo, “espalhar boas novas”; ladeo, “conversar” ou “falar”; e kerusso, “anunciar” ou “proclamar”.
Por isso, ou fazemos missões mundiais ou, diante de Deus, estaremos sendo desobedientes, negligentes e omissos. Poderemos construir suntuosos templos. Poderemos fundar majestosos conjuntos musicais. E se podemos e temos condições de fazer isso, louvado seja Deus. Mas naquele grande dia, Deus não fará um concurso do templo mais bonito ou do conjunto mais esplendoroso. Ele sim requererá de nossas mãos o nosso empenho no sentido de tornar o mundo evangelizado. Obviamente que sozinhos não poderemos evangelizar o planeta inteiro. Mas podemos e devemos fazer a nossa parte nessa tarefa. E se cada um fizer a sua parte, o mundo evangelizado será um alvo realizável ainda nessa geração.  
Que o sentimento de paixão pelas almas inunde nossos corações e nos leve a um profundo compromisso com a obra missionária.

Missões em Juquitiba-SP até os CONFINS da Terra

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16: 15).

Este é o nosso chamado como corpo de Cristo, é a nossa responsabilidade: ir e pregar o evangelho.

A pregação é o caminho de Deus para trazer os homens à fé. Ela pressupõe um pregador e um pregador pressupõe uma igreja que o envie. Só a igreja do Senhor Jesus pode enviar pregadores. Por isso, missão é tarefa da igreja.

Se hoje temos a igreja estabelecida em nosso país foi porque ela saiu de suas fronteiras. Primeiro de Jerusalém, depois da Palestina, depois da Ásia, depois da Europa, e depois da América do Norte para chegar até aqui. E se hoje cremos, é porque alguém atravessou fronteiras e cruzou mares para nos trazer o evangelho. Este é o propósito de missões. E o mandamento inclui “todas as nações”. Nossa visão não pode ser menor do que a dos apóstolos e discípulos de Cristo. É assim que as pessoas ouvirão e chegarão à fé, como ouviram em Samaria, em Antioquia, em Salamina, em Pafos etc.

Fazer missões é um privilégio e uma grande responsabilidade, porém, mais do que fazer é importante também contribuir tanto financeiramente quanto espiritualmente.

Os que fazem missões, que foram enviados a outros povos de uma certa forma levam-nos consigo. Portanto, ajudar com recursos financeiros, com incentivo por intermédio de cartas, telefonemas, e-mails e orar é uma forma de cumprir o IDE de Jesus.

E você, já pensou em ajudar missões adotando um missionário?

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Missões em Juquitiba e no Mundo


Jesus escolhe e chama discípulos para estar com ele, formar comunidade na unidade com o Pai e o Espírito (cf. Mc 3,13) e para os enviar até os confins da terra. Eles recebem do Mestre a ordem de continuar a mesma obra como Igreja, comunidade de discípulos vocacionada para a Missão. Os que acolhem o Evangelho reúnem-se em comunidade e, pelo batismo assumem a Missão de Jesus (At 2, 41). Nesse sentido, quem entra em contato com Jesus e aceita a sua mensagem, não pode guardá-la para si. A ordem é: Ide, pregai a Boa nova a toda a criatura (Mt 28), a todos os povos e culturas de todos os tempos. A Igreja sabe que as palavras de Cristo - Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus - torna-se agora sua missão. São Paulo consciente deste dever chega a afirmar: é um dever que me incumbe, e aí de mim, se eu não pregasse (1Cor 9,16).
Com muita razão o Papa Paulo VI, na Encíclica (EN 13) afirma: "Evangelizar constitui, de fato, a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar". Assim, a comunidade cristã nunca pode permanecer fechada em si mesma, dentro das suas fronteiras. E João Paulo II diz: "a fé se fortalece, na medida em que é partilhada" (RM...).
Missão é partir, deixar tudo e sair das próprias fronteiras pessoas, comunitárias, culturais e geográficas, para ir ao encontro do outro, do diferente, do desconhecido. Acolher e ser acolhido na beleza da diversidade. O século XX terminou vendo o Muro de Berlim ruir, o que representou um grande avanço na luta contra a segregação dos povos. Mas, apenas começou o século XXI e a humanidade assiste passivamente a construção de outros dois muros: um entre o México e os Estados Unidos e outro construído por Israel na região da Cisjordânia. E tem mais: os Estados Unidos acabam de anunciar a construção do muro virtual do século XXI para conter imigrantes. Olhando por esse ângulo, vemos um retrocesso na vivência da fraternidade universal.
Jesus conclui sua missão entre os discípulos dizendo: "vós sereis testemunhas de tudo isso" (Lc 24:48). Ser missionários de Jesus Cristo é a Missão dos cristãos. Portanto missionário(a) é uma pessoa de fronteiras... vive na fronteira da fé e a fé não tem fronteiras, derruba qualquer barreira, geográfica ou sociológicas, religiosa ou humanas, real ou virtual. De fato, aos olhos de Deus Criador realmente o mundo não tem fronteiras.